Coletivo de Cidadania e UJS estiveram no #8M

O Coletivo de Cidadania e a União da Juventude de Socialista (UJS) fizeram uma participação conjunta no ato de 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, ocorrido na última terça-feira, em Foz do Iguaçu.

A marcha teve concentração no Bosque Guarani e caminho pelas ruas e avenidas do Centro de Foz, tendo como ponto final a Praça da Paz, onde palavras de ordem foram ditas e uma peça teatral foi apresentada.

Membros do Coletivo e da UJS fizeram o trajeto caminhando e levaram faixas e cartazes pedindo mais direitos às mulheres e menos retrocessos.

Jovana Schmidt, que faz parte do Coletivo e da UJS, disse que percebeu a boa aceitação das pessoas que não participaram mas viram o ato passar pelas ruas. “Senti que foi bem aceito pela cidade por ser um ato em defesa das mulheres. Pelo menos, até os primeiros gritos de ´Fora Bolsonaro´”, explicou.

Victor Nakano, Presidente da UJS Cataratas, já teve a impressão de maior adesão contra o Bolsonaro também nas ruas. Segundo ele, as críticas ao atual presidente da república ressoaram. “Vi gente batendo palma quando pedimos o fim do governo Bolsonaro, um presidente declaradamente machista e misógino”, apontou.

Emily Rodrigues, que faz parte das dois grupos, apesar de elogiar a iniciativa, criticou a pouca animação das pessoas que puxaram a marcha. “O ato estava diverso mas pouco animado. Além disso, pela quantidade de entidades envolvidas na organização, imaginamos ver muito mais pessoas presentes.”, explicou.

Coletivo e UJS, mesmo não tendo sido convidadas para estar na organização do ato, fizeram questão de se juntar à marcha e às pessoas presentes na atividade e marcar posição de forma conjunta contra Bolsonaro e em defesa das mulheres de Foz do Iguaçu.

“A gente veio e vamos sempre estar presentes. E vamos nadar contra a corrente da política de isolamento dos coletivos e não vamos perder tempo com isso. Nosso trabalho é defender as pessoas, em especial as pessoas jovens, de Foz do Iguaçu. Esse é nosso único foco.”, explicou Luiz Henrique Dias, coordenador do Coletivo.

Foto: @Moskow