Nesta sexta-feira (22), serão abertas as propostas, por meio de pregão eletrônico, do edital lançado pela Fundação Cultural para contratar a empresa organizadora da programação literária da 16ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu, prevista para 20 a 27 de novembro, no Clube Gresfi. O edital poderá ser acessado no site http://www.licitacoes-e.com.br, pelo n° 901408. O pregão acontece na mesma plataforma.

Conforme aponta o edital, a curadoria de obras e autores deve ser baseada na diversidade de gênero e literatura. O tema do evento irá homenagear escritores (as), o que viabilizará a programação central com mesas e bate-papos sobre as obras.

A lista de convidados deve incluir um autor internacional de língua portuguesa, oriundo da Europa, África ou Ásia, para a participação online; seis escritores nacionais e ao menos dez autores paranaenses – para ambos os casos, a participação pode ser on-line ou presencial, com sessão de autógrafos para o lançamento de obras.

O edital completo, com informações sobre a documentação, restrições e detalhamento da prestação dos serviços está disponível em: https://bit.ly/3BUouBF.

16ª Feira Internacional do Livro

Presente há quase duas décadas no calendário de eventos da cidade, a edição de 2021 da Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu terá um aspecto ainda mais especial após ter tido a 16ª edição adiada por conta da pandemia de Covid-19.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação Cultural, Juca Rodrigues, será uma edição histórica para o evento, que terá a junção de trabalho das secretarias de Turismo, Trabalho, Juventude e Capacitação, Educação e Fundação Cultural.

“Este evento pode marcar uma passagem de fase em Foz do Iguaçu. Sentimos muito a falta de organizá-lo para o ano passado, mas com toda a certeza estaremos empenhando esforços para realizar um evento ainda mais completo para suprir esse período”, garantiu Juca.

“A programação que sugerimos pretende valorizar todo o colorido e toda a diversidade da nossa literatura. Em eventos como esse, temos a participação maciça de alunos e outros cidadãos que se aproximam da literatura e podem criar um hábito tão importante como esse”, destaca Thaisa Praxedes, diretora de Cultura.